segunda-feira, 17 de abril de 2017

Trabalho sobre Temas/Problemas do Mundo Contemporâneo



1. Temas dos trabalhos:


1. Refugiados. Um problema político? Um problema moral? Texto de Peter Singer,

2. Os direitos dos animais. Terão os animais direitos? Manual Diálogos pág

3. A responsabilidade ecológica. Terá a natureza direitos? Diálogos pág

4. A Violência moderna: O terrorismo será um problema religioso? texto de Zizec, "A violência", pág.71/86

5. A religião e o sentido da vida. Poderá a religião dar sentido à vida? será esta uma questão legítima? Manual adoptado pág 219/241

6. A Arte contemporânea. O que é a Arte? O que reflecte? Que importância tem? A quem serve? Manual adoptado, pág. 184/199

7.  A existência de Deus. Razão ou fé? Podemos provar a existência de Deus? Manual adoptado, pág 242/260

ENTREGA DO TRABALHO POR ESCRITO  - 5 Folhas A4. Letra 11. 

 29 OU 30 DE MAIO PARA TODOS OS TEMAS.

Os trabalhos orais obedecem ao seguinte calendário:

Tema 1 e 2 - 29 OU 30 de Maio.
Tema 3 e 4 - 31 de Maio OU 1 DE Junho
Tema 5 e 6 e - 5 ou 6 de Junho
Tema 7 - 7 ou 8 de Junho

APRESENTAÇÔES ORAIS COM DIAPOSITIVOS: O trabalho tem que estar num ficheiro em "PEN"
Cada apresentação tem 20 a 30 m

TODOS OS TEXTOS ESTÃO NA REPROGRAFIA PARA FOTOCOPIAR. (A partir de

Capítulos a ler e  organizar a reflexão a partir das ideias dos textos.

Avaliação é feita tendo em conta a apresentação por escrito e a oralidade.




Objectivos:


1. Analisar e resumir o texto nas suas linhas fundamentais.

2. Escolher uma frase e uma imagem  que ilustre a tese defendida. Elaborar uma pequena reflexão sobre a frase.

3. Fazer um levantamento de problemas.

4. Investigar sobre o tema em vários suportes, livros, internet.

5. Recolher informação esclarecedora sobre vários pontos de vista.

6. Elaborar um síntese final com as conclusões a que chegaram.


AVALIAÇÂO:

Escrito:

Apresentação e organização/10%; Investigação realizada 10%; Correcto resumo do texto 30%. Resposta à pergunta 25%; Imagem e frase 25%

Oral com Dispositivo visual. Interesse filosófico 20%; Dinâmica de grupo e capacidade de gerar diálogo 20%; Domínio dos conteúdos 40%; Qualidade e criatividade do dispositivo visual 20%



Introdução à política. Trabalho a realizar em casa.

A Origem do Estado; A concepção de Estado Soberano. Perspectiva que apresenta o poder soberano do Estado e da política como independente da Ética e da moral. 


Thomas Hobbes .( 1588/1679) 

LEIA O TEXTO COM MUITA ATENÇÃO, SUBLINHE OS CONCEITOS QUE AJUDAM A COMPREENDER AS IDEIAS EXPOSTAS E RESPONDA ÀS QUESTÕES POR ESCRITO. O TRABALHO SERÁ ENTREGUE 4ª FEIRA, DIA13 DE ABRIL.

"É certo que há algumas criaturas vivas, como as abelhas e as formigas, que vivem sociavelmente umas com as outras (e por isso são contadas por Aristóteles entre as criaturas políticas), sem outra direção senão seus juízos e apetites particulares, nem linguagem através da qual possam indicar umas às outras o que consideram adequado para o beneficio comum. Assim, talvez haja alguém interessado em saber por que a humanidade não pode fazer o mesmo. Ao que tenho a responder o seguinte. Primeiro, que os homens estão constantemente envolvidos numa competição pela honra e pela dignidade, o que não ocorre no caso dessas criaturas. E é devido a isso que surgem entre os homens a inveja e o ódio, e finalmente a guerra, ao passo que entre aquelas criaturas tal não acontece. Segundo, que entre essas criaturas não há diferença entre o bem comum e o bem individual e, dado que por natureza tendem para o bem individual, acabam por promover o bem comum. Mas o homem só encontra felicidade na comparação com os outros homens, e só pode tirar prazer do que é eminente. Terceiro, que, como essas criaturas não possuem (ao contrário do homem) o uso da razão, elas não vêem nem julgam ver qualquer erro na administração de sua existência comum. Ao passo que entre os homens são em grande número os que se julgam mais sábios, e mais capacitados que os outros para o exercício do poder público. E esses esforçam-se por empreender reformas e inovações, uns de uma maneira e outros doutra, acabando assim por levar o país à desordem e à guerra civil. Quarto, que essas criaturas, embora sejam capazes de um certo uso da voz, para dar a conhecer umas às outras seus desejos e outras afeções, apesar disso carecem daquela arte das palavras mediante a qual alguns homens são capazes de apresentar aos outros o que é bom sob a aparência do mal, e o que é mau sob a aparência do bem; ou então aumentando ou diminuindo a importância visível do bem ou do mal, semeando o descontentamento entre os homens e perturbando a seu bel-prazer a paz em que os outros vivem. Quinto, as criaturas irracionais são incapazes de distinguir entre injúria e dano, e consequentemente basta que estejam satisfeitas para nunca se ofenderem com os seus semelhantes. Ao passo que o homem é tanto mais implicativo quanto mais satisfeito se sente, pois é neste caso que tende mais para exibir a sua sabedoria e para controlar as ações dos que governam o Estado. Por último, o acordo vigente entre essas criaturas é natural, ao passo que o dos homens surge apenas através de um pacto, isto é, artificialmente. Portanto não é de admirar que seja necessária alguma coisa mais, além de um pacto, para tornar constante e duradouro o seu acordo: ou seja, um poder comum que os mantenha em respeito, e que dirija as suas ações no sentido do beneficio comum. A única maneira de instituir um tal poder comum, capaz de defendê-los das invasões dos estrangeiros e das injúrias uns dos outros, garantindo-lhes assim uma segurança suficiente para que, mediante seu próprio labor e graças aos frutos da terra, possam alimentar-se e viver satisfeitos, é conferir toda sua força e poder a um homem, ou a uma assembleia de homens, que possa reduzir as suas diversas vontades, por pluralidade de votos, a uma só vontade. O que equivale a dizer: designar um homem ou uma assembleia de homens como representante das suas pessoas, considerando-se e reconhecendo-se cada um como autor de todos os atos que aquele que representa a sua pessoa praticar ou levar a praticar, em tudo o que disser respeito à paz e segurança comuns; todos submetendo assim as suas vontades à vontade do representante, e as suas decisões à sua decisão. Isto é mais do que consentimento, ou concórdia, é uma verdadeira unidade de todos eles, numa só e mesma pessoa, realizada por um pacto de cada homem com todos os homens, de um modo que é como se cada homem dissesse a cada homem: Cedo e transfiro o meu direito de governar-me a mim mesmo a este homem, ou a esta assembleia de homens, com a condição de transferires a ele o teu direito, autorizando de maneira semelhante todas as suas ações. Feito isto, à multidão assim unida numa só pessoa se chama Estado, em latim civitas.

É esta a geração daquele Grande Leviatã, ou antes (para falar em termos mais reverentes) daquele Deus Mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, a nossa paz e defesa. Pois graças a esta autoridade que lhe é dada por cada indivíduo no Estado, é-lhe conferido o uso de tamanho poder e força que o terror assim inspirado o torna capaz de conformar as vontades de todos eles, no sentido da paz no seu próprio país, e ajuda mútua contra os inimigos estrangeiros. É nele que consiste a essência do estado, a qual pode ser assim definida: Uma pessoa de cujos actos uma grande multidão, mediante pactos recíprocos uns com os outros, foi instituída por cada um como autora, de modo a poder usar a força e os recursos de todos, da maneira que considerar conveniente, para assegurar a paz e a defesa comum. Àquele que é portador dessa pessoa se chama soberano, e dele se diz que possui poder soberano. Todos os restantes são súbditos."

Thomas Hobbes, LEVIATÃ    _____________________________________________________________________________

1. Quais as razões, apresentadas por Hobbes, para a necessidade de haver um Estado Soberano? 2. Como se forma esse Estado Soberano?  
3. Como deve ser o Estado Soberano? 

4. O que é o "Grande Leviatã". O que representa?
5. Destaque e defina os conceitos principais do texto.

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quinta-feira, 9 de março de 2017

MATRIZ DO 2º TESTE DO 2º PERÍODO



COMPETÊNCIAS

-Distingue entre Juízos de facto e Juízos de valor

-Identifica as características dos Valores

-Explica o papel da socialização e da cultura na ação humana

-Caracteriza a dimensão ético e moral da ação humana

-Distingue entre Intenção e Norma

-Problematiza a consciência moral

- Analisa as Teorias Deontológica e Consequencialista, as suas teses e argumentos e objeções.

-Contextualiza o egoísmo psicológico e ético



  CONTEÚDOS



-Os Valores: análise e compreensão da experiência valorativa

-Valores e Cultura
O relativismo cultural e moral

-Dimensões da Acção Humana e dos Valores

-A necessidade de fundamentação da moral:
a. A ética racional de Kant
b. A ética utilitarista de Stuart Mill
c. O egoísmo psicológico e ético.




ESTRUTURA


Todas as questões dos grupos I, II e III são de resposta obrigatória. O grupo IV tem questões de opção.

           Grupo I
10 questões de
50 Pontos
escolha múltipla


          Grupo II
3 a 4 questões
100 Pontos
de resposta objetiva

           Grupo III

50 Pontos (Duas questões de análise e reflexão temática sobre um texto)


CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO

Domínio efetivo das matérias avaliadas
  Conhecimento objetivo dos temas avaliados
Coerência lógica no estabelecimento de relações

Estabelecimento de relações oportunas entre diferentes conteúdos
Utilização de exemplos oportunos ilustrativos do assunto em causa
Correção na utilização da língua portuguesa