1. É principalmente nesse ponto que Rawls sofre suas principais
críticas, os teóricos que buscam desconstruir essas visão da Teoria da
Justiça de Rawls se pautam no fato de que nas sociedades modernas as
desigualdades já são tão arraigadas nas instituições sociais que só
seria possível obter vantagem com o “véu da ignorância” se fosse
possível começar tudo do zero.
Há também uma crítica,
principalmente por parte do teórico indiano Armatya Sen, ao fato de que
Rawls considera muito parecido direitos políticos e econômicos, bem como
não diferencia a falta de acesso a certos bens com a ausência desses
mesmos bens. Por exemplo, se um local possui escolas particulares boas e
públicas ruins, toda a sociedade teoricamente tem acesso à educação, ou
seja, não há escassez do bem, mas só os que podem pagar uma escola
particular possuem educação de maior qualidade.
2.
Para Nozick, o Estado só deve se envolver nas atividades mais
básicas, como segurança pública e resguardar o papel de ente capaz de
punir.
É nesse formato em que escreve seu livro, com uma série de
respostas às exigências de Rawls, tentando demonstrar que o único
caminho viável para a Justiça é por meio do estado mínimo.
Porém, a mais relevante conclusão obtida em “Anarquia, Estado e utopia”, pode
ser considerada a ideia de tributação, da maneira como é empregada
pelos estados modernos, ou seja, de forma impositiva para financiar o
Estado, seria moralmente indefensável, pois para Nozick se trata
claramente de uma forma de trabalho forçado, por um determinado período
de tempo, para beneficiar outras pessoas. Ele chega a comparar isso como
uma modalidade de escravidão.
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Conceitos na teoria da justiça
Ficha 1 -De acordo com a teoria de John
Rawls sobre a justiça faça corresponder os seguintes conceitos
1. Primeiro princípio da sociedade justa.
|
A. Posição original.
|
2. Situação hipotética de imparcialidade.
|
B. Maximin
|
3. Dar a todos o essencial para satisfazer
as suas necessidades.
|
C. Princípio da diferença
|
4. Possibilitar a cada um o acesso igual aos
bens primários.
|
D. Contrato Social.
|
5. Permitir a desigualdade de salários.
|
E. Igual liberdade para todos.
|
6. O princípio da liberdade é primeiro.
|
F. Igualdade de oportunidades.
|
7. Acordo estabelecido entre os cidadãos.
|
G. Equidade.
|
8. Distribuição das riquezas de modo a maximizar
o mínimo
|
H. Véu da ignorância.
|
9. Posição antes do contrato social.
|
I. Hierarquia dos princípios.
|
domingo, 24 de maio de 2020
Temas do mundo contemporâneo - Trabalho Cidadania

Tema 1.
Será legítima eticamente a exploração do fundo do mar? Confronto entre uma ética antropocêntrica e capitalista e uma ética ecocêntrica.
10A - Grupo 1, Ana Beatriz, Beatriz B, Julia, Mafalda, Madalena
10B - Vasco F, Vasco S, Tomás, Rodrigo.
TEXTOS DE REFERÊNCIA AQUI
Tema 2.
A exploração do cobalto. Será justa uma sociedade com clivagens sociais? Qual a importância dos Direitos humanos face à globalização?
10B - Manuel C, Gonçalo, Leonor S, Matilde
TEXTOS DE REFERÊNCIA AQUI
Tema 2 -
O problema da justiça social. Qual o modelo de sociedade justa? Comparação entre o modelo social da China e da Islândia.
10A - Camila Simões, Inês P, Yan, Daniela, Chloé
TEXTO DE REFERÊNCIA: AQUI
Tema 3
Interculturalidade. Diferenciação cultural a partir de vários mitos da criação.
Comparação entre dois mitos da criação distintos. O que os distingue o que é comum.Será que a diferenciação cultural é benéfica para o desenvolvimento humano?
10A - Catarina L, Livia, Manuel, Diogo R, José C
10B - Tiago O, Max, Manuel N
VER: http://www.bigmyth.com/2_eng_myths.html
Tema 4.
O terrorismo como choque violento entre duas culturas. Qual a origem do terrorismo?
10A - Inês B, Marta S, João Parreira, Tomás A
10B - Catarina, Leonor P, Constança, Margarida
TEXTO DE REFERÊNCIA - Zizec " A violência"
Obra AQUI
Ver o Capítulo 3 Andante ma non troppo e molto cantabile “Está solta a maré escura de sangue."
Tema 5
Relativismo cultural. Não temos legitimidade para julgar práticas cruéis existentes ? Análise de algumas práticas culturais opostas.
10A - João Passos, Gabriel, Gonçalo, Tomás M
10B - Iris, Bruno, Filipe, Oriana
VER TEXTOS DE REFERÊNCIA AQUI
Tema 6
Guerra, emigração, refugiados.Quais as políticas corretas? Análise de duas formas de tratar o problema.
10A - Margarida, Salomé,Matilde, M Inês
10B - Leonor A, Pedro J, Gabriel, Duarte
VER TEXTO DE SINGER SOBRE REFUGIADOS AQUI
Tema 7
O problema da justiça social. Qual o modelo de sociedade justa? Comparação entre o modelo social da China e da Islândia.
10B - Madalena, Pedro C, Beatriz, Gelsane
TEXTO DE REFERÊNCIA: AQUI
Trabalho de grupo - 4 alunos por grupo
Para defender oralmente nas aulas
Apresentar em diapositivo
Cada grupo tem 20m para apresentar o trabalho (não pode exceder)
Entregar todos os diapositivos dos trabalhos (todos os grupos):
3 Junho/10B - 8 Junho/10A enviar para logosferas@gmail.com
(Todas as datas têm de ser cumpridas, quem não entregar na data não pode mais realizar o trabalho. Se houver um elemento que falte, a oral far-se-á com os restantes)
Apresentação oral :
Grupos 1, 2 - 3 de Junho 10B e 8 Junho 10A
Grupos 3, 4 - 8 de Junho 10A e 9 Junho 10B
Grupos 5,6 - 15 Junho 10A e 16 Junho 10B
Grupo 7 - 17 Junho 10B
Estrutura:
10 a 15 diapositivos
Introdução, desenvolvimento e conclusão (a conclusão deve introduzir uma posição pessoal e justificada sobre o problema apresentado)
Objetivos gerais :
Investigar
Problematizar e argumentar
Analisar documentos
Seleccionar e síntetizar informação
Ser criativo
Trabalhar com os outros
Avaliação:
Diapositivo: 10 Pontos
1. Linguagem correta 1
2. Criatividade 3
3. Boa investigação e informação com interesse3
4. Problematização e pensamento filosófico 3
Oral 10 Pontos
Cada aluno deve falar 5 minutos sem ler. Na oral os alunos têm de estar com a câmara ligada.
1. Boa assimilação da informação 3
2. Capacidade de colocar questões pertinentes 2
3. Boa articulação do discurso 2
4. Originalidade e correção nos procedimentos 3
Este trabalho contará para avaliação de três parâmetros: Trabalhos de aula/Oral/Atitudes e valores
quarta-feira, 20 de maio de 2020
Resumo de texto Tomás Antunes,10A e Vasco Fernandes,10B
Fotograma do filme "A raínha africana", 1951 John Houston
A Natureza, Sr
Allnut, é aquilo que viemos a este mundo para ultrapassar"
Nature, Mr Allnut, is what we were put in the world to rise above.
Frase de Katherine Hepburn para Humprey Bogart na Rainha Africana (1951)
Na obra Principia Ethica (1903), o filósofo G. E. Moore defendeu o que ele chamou de “argumento da pergunta aberta" (…).Moore alega que qualquer tentativa para definir “bom” em termos naturalistas – tal como prazer, utilidade, ou, como um mandamento divino – tem de falhar, porque permanece sempre a questão em aberto se o prazer, ou a utilidade ou aquele particular mandamento divino, são realmente bons. Se essa definição naturalista fosse boa, como a definição de triângulo enquanto uma figura plana com três ângulos, então a questão “É o triângulo realmente uma figura com três lados?”, não faria sentido, o que apenas assinala o falhanço da definição de “bom”. A formulação de Moore deu origem a um enorme debate. É razoável objetar que ficou por formular a seguinte questão: se uma dessas definições estiver correta então já esta questão não está em aberto. Mas teremos que admitir que nenhuma definição de “bom” em termos de propriedades naturais é muito plausível. O fosso original “é- deves” de Hume permanece.
(…) alguns filósofos, nomeadamente, Immanuel Kant, no século XVIII, pensava que podemos extrair os princípios morais puramente da razão. Isto parece reduzir a imoralidade a um mero erro lógico matemático. E, face a isto, parece absurdo, apesar dos sucessivos esforços dos seguidores de Kant, para considerar que o absurdo só o é porque não somos espertos o suficiente para o compreender. Há muito tempo que este tem sido o estratagema de filósofos e teólogos: se discordares do seu dogma então deves ser estúpido ou fraco. Prefiro continuar a pensar que não percebo.
Nature, Mr Allnut, is what we were put in the world to rise above.
Frase de Katherine Hepburn para Humprey Bogart na Rainha Africana (1951)
Na obra Principia Ethica (1903), o filósofo G. E. Moore defendeu o que ele chamou de “argumento da pergunta aberta" (…).Moore alega que qualquer tentativa para definir “bom” em termos naturalistas – tal como prazer, utilidade, ou, como um mandamento divino – tem de falhar, porque permanece sempre a questão em aberto se o prazer, ou a utilidade ou aquele particular mandamento divino, são realmente bons. Se essa definição naturalista fosse boa, como a definição de triângulo enquanto uma figura plana com três ângulos, então a questão “É o triângulo realmente uma figura com três lados?”, não faria sentido, o que apenas assinala o falhanço da definição de “bom”. A formulação de Moore deu origem a um enorme debate. É razoável objetar que ficou por formular a seguinte questão: se uma dessas definições estiver correta então já esta questão não está em aberto. Mas teremos que admitir que nenhuma definição de “bom” em termos de propriedades naturais é muito plausível. O fosso original “é- deves” de Hume permanece.
(…) alguns filósofos, nomeadamente, Immanuel Kant, no século XVIII, pensava que podemos extrair os princípios morais puramente da razão. Isto parece reduzir a imoralidade a um mero erro lógico matemático. E, face a isto, parece absurdo, apesar dos sucessivos esforços dos seguidores de Kant, para considerar que o absurdo só o é porque não somos espertos o suficiente para o compreender. Há muito tempo que este tem sido o estratagema de filósofos e teólogos: se discordares do seu dogma então deves ser estúpido ou fraco. Prefiro continuar a pensar que não percebo.
Então devemos admitir que tudo o que diz respeito a
valores, bondade ou correção é arbitrário? Não. (...)
Uma proposta de resposta é aquela que aponta para considerarmos as nossas vontades e desejos face ao valor. Querer qualquer coisa tem implícito que vejamos isso que queremos como valioso. O nosso desejo é um facto sobre nós, mas parece apontar para um valor. Cuidamos do que desejamos, e, por definição, aquilo que cuidamos é o que valorizamos. Stuart Mill adota esta estratégia quando declara no Utilitarismo (1863) “a única evidência sobre o facto de algo ser desejável é porque alguém realmente o deseja.” Por tal, Mill foi acusado de cometer uma falácia naturalista por se ter equivocado em relação ao significado de “desejável”. Significa “o que merece ser desejado” ou “o que é capaz de ser desejado”? O facto de uma coisa ser desejada prova que ela pode sê-lo; mas não prova que deva ser desejada. Pois nem sempre o que desejamos merece ser desejado.
(...) Mas como poderemos saber qual dos nossos desejos devemos aprovar?
Uma abordagem outrora apreciada apela para ideia de que os nossos desejos são dignos desde que provenham da nossa autêntica natureza humana. Daoistas, Epicuristas e Aristotélicos, entre outros dignatários da antiga sabedoria sempre nos incentivaram a seguir a natureza. Mas o que quer isso dizer?
(...) O que a biologia nos ensina acerca da natureza humana é que, em sentido realista, não há tal coisa como a natureza humana. A única atitude coerente que podemos ter perante esse facto é a existencialista; se há algum ensinamento que podemos encontrar na natureza é a de que nada aí existe que possamos seguir. Logo, só podemos aspirar a criá-lo.”
Ronnie de Sousa "Nascemos existencialistas"Ver artigo AQUI
Uma proposta de resposta é aquela que aponta para considerarmos as nossas vontades e desejos face ao valor. Querer qualquer coisa tem implícito que vejamos isso que queremos como valioso. O nosso desejo é um facto sobre nós, mas parece apontar para um valor. Cuidamos do que desejamos, e, por definição, aquilo que cuidamos é o que valorizamos. Stuart Mill adota esta estratégia quando declara no Utilitarismo (1863) “a única evidência sobre o facto de algo ser desejável é porque alguém realmente o deseja.” Por tal, Mill foi acusado de cometer uma falácia naturalista por se ter equivocado em relação ao significado de “desejável”. Significa “o que merece ser desejado” ou “o que é capaz de ser desejado”? O facto de uma coisa ser desejada prova que ela pode sê-lo; mas não prova que deva ser desejada. Pois nem sempre o que desejamos merece ser desejado.
(...) Mas como poderemos saber qual dos nossos desejos devemos aprovar?
Uma abordagem outrora apreciada apela para ideia de que os nossos desejos são dignos desde que provenham da nossa autêntica natureza humana. Daoistas, Epicuristas e Aristotélicos, entre outros dignatários da antiga sabedoria sempre nos incentivaram a seguir a natureza. Mas o que quer isso dizer?
(...) O que a biologia nos ensina acerca da natureza humana é que, em sentido realista, não há tal coisa como a natureza humana. A única atitude coerente que podemos ter perante esse facto é a existencialista; se há algum ensinamento que podemos encontrar na natureza é a de que nada aí existe que possamos seguir. Logo, só podemos aspirar a criá-lo.”
Ronnie de Sousa "Nascemos existencialistas"Ver artigo AQUI
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Ética,
Ética deontológica versus utilitarismo
terça-feira, 19 de maio de 2020
Texto para resumo Salomé Batista, 10A e Tomás Pardal,10B
Quadro e Sorolla, rapaz a vender peixe
Algumas objecções à ética utilitarista de Stuart Mill
As objecções que irás considerar têm uma estratégia em comum. A ideia é partir dos juízos que fazes acerca de casos particulares. Se esses juízos afirmam que uma acção é errada e a ética de Mill implica que é certa, terás indícios para defender que a teoria é falsa.A objecção da máquina de experiências
Esta objecção foi formulada pelo filósofo Robert Nozick. Imagina que tens à tua disposição um computador capaz de te fornecer todas as experiências que mais desejas. Passarás a ser uma pessoa absolutamente feliz e não alguém que ora sente alegria e entusiasmo pela vida, ora tristeza e tédio. A tua felicidade não terá interrupções. Mas tens de escolher entre ligar-te à máquina de experiências ou prosseguir a vida que já tens. Lembra-te que, se o fizeres, poderás viver a ilusão de seres, por exemplo, um ídolo pop, um revolucionário que transforma o mundo num lugar perfeito ou até um jogador de futebol milionário, informado e com gosto. Qual é a tua escolha?Se o utilitarismo de Mill for verdadeiro, a escolha certa é estabelecer a ligação à máquina. Mas muito provavelmente não vais ser capaz de esquecer o valor que tem o facto de viveres uma vida real e dar o salto para a doce ilusão. Parece claro que fazer certas coisas tem valor para além do sentimento de felicidade que produz em ti. Não queres perder a autonomia e a realidade de fazer as coisas. Isto é eticamente crucial e está acima da felicidade.
A objecção da justiça
Um crime horrível ocorreu numa cidade. O chefe da polícia descobriu que o assassino está morto. Todavia, ninguém acreditará nele caso apresente os indícios conclusivos que tem em sua posse. O estado de pânico na cidade é incontrolável. Rapidamente um suspeito terá de ser julgado e condenado. Se tal não acontecer, revoltas semearão o caos e a violência. Haverá certamente mortos e feridos.Estava o angustiado chefe da polícia a pensar no caso e eis que entra no seu gabinete um desconhecido que lhe diz vaguear pela cidade e não ter relações ou amizades que o prendam ao mundo. O chefe da polícia tem de repente a solução para o caso. Por que não prender o vagabundo solitário e manipular as provas de maneira a que ele seja julgado, condenado e executado, uma vez que a lei estabelece a pena de morte para casos do género? Ninguém saberá o que de facto se passou. Se for esta a opção, morrerá uma pessoa mas a vida e o bem-estar de outras serão preservados. A consequência será claramente mais felicidade para o maior número. Ora, se o utilitarismo for verdadeiro, esta é a opção certa. Mas será esta a opção justa? Não haverá aqui um conflito muito sério entre o padrão utilitarista e o valor da justiça? Se para ti o valor da justiça é mais importante que o Princípio da Maior Felicidade, verás nesta história uma razão para rejeitar o utilitarismo de Mill.
Faustino Vaz
segunda-feira, 18 de maio de 2020
Teste
formativo de Filosofia para consolidar conteúdos.
Professora
Helena Serrão
Escolha apenas uma opção correta para
cada pergunta:
13.
Segundo Stuart Mill uma ação é moralmente correta se:
(A)
tem consequências positivas para o agente
(B)
é determinada pela intenção.
(C)
é realizada por uma vontade autónoma
(D)
produz maior felicidade para as pessoas por
ela afetadas
14. De acordo com a ética utilitarista de Mill, mentir
(A) pode ser correto, dependendo das
consequências.
(B) é incorreto, porque nunca se deve
mentir.
(C) pode ser correto, mas isso não
depende das consequências.
(D) é correto, porque nenhuma lei
proíbe a mentira.
15.Stuart Mill defende que uma ação
tem valor moral
(A) sempre que o agente renuncia ao
prazer.
(B) quando a intenção do agente é boa.
(C) sempre que resulta de uma vontade
boa.
(D) quando dela resulta um maior bem
comum.
16. O utilitarismo
defende o egoísmo. Stuart Mill rejeitou esta objeção argumentando que
A. o
utilitarismo é uma teoria ética.
B. o
utilitarismo defende o consequencialismo.
C. o
agente deve ser imparcial ao calcular a felicidade decorrente das ações.
D. o
utilitarismo considera que apenas as ações desinteressadas têm valor moral.
17. A moral deontológica
distingue-se nos seus fundamentos da moral utilitarista porque:
(A) A primeira é material enquanto a segunda privilegia a felicidade
(B) A primeira fundamenta-se em
princípios universais “a priori” e a segunda em resultados práticos
(C) Não se distinguem pois são ambas
absurdas.
(D) A segunda tem um código de deveres
e a primeira maximiza a felicidade.
18. Os direitos das pessoas devem
constituir limites às ações que fazemos, mesmo que delas resulte um enorme bem
social. Esta afirmação insere-se
A. no utilitarismo.
B. na ética
deontológica.
C. tanto na ética
deontológica como no utilitarismo.
D. em objeções
aplicáveis tanto à ética deontológica como ao utilitarismo.
19. Stuart Mill e Kant não estão de acordo
quanto
A. à existência de
um princípio ético fundamental.
B. ao facto de a
moralidade não ser relativa.
C. à importância
ética da felicidade.
D. à rejeição do
egoísmo.
20. A atividade que, segundo Stuart Mill, proporciona inequivocamente um
prazer superior é:
A. Contemplar a
pintura “Rapariga com Brinco de Pérola”, de Vermeer.
B. Comer um bife
com molho de mostarda e mel.
C. Cozinhar.
D. Passear.
DILEMAS MORAIS.
As calotes polares estão a derreter
devido ao aquecimento da terra. Isso pode significar uma perda irreparável de
água. Morte de muitos animais. Um desequilíbrio irreversível para a saúde da
natureza.
A tua responsabilidade é diminuir a
pegada ecológica, impor medidas aos governos através de uma intervenção em
grupos cívicos.
Implica sacrifícios. Estarias
disposto/a a sacrificar o teu conforto por esta causa?
TPC para sexta-feira
1. Um rapaz tem a promessa do
presidente da câmara para realizar um bairro com jardins e centro cultural para
um grupo de desfavorecidos. Por outro lado o rapaz tem provas de que o
presidente é corrupto e que desviou dinheiro para a sua conta pessoal. Se em
tribunal testemunhar contra o presidente não terá o bairro construído pois o
presidente será preso, se não testemunhar tem a promessa que esse projeto se
realizará.
Que deve fazer o rapaz? Avalie a questão segundo os princípios da
ética deontológica de kant e da ética utilitarista de Stuart Mill. Qual a sua
opinião, o que faria neste caso? Fundamente com boas razões. Coloque objeções à
sua posição e responda a essas objeções.
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