quarta-feira, 3 de junho de 2015

Correção teste 10G -21 de Maio



1. Segundo o que está expresso no texto, as circunstâncias da posição original coloca os sujeitos capazes de um sentido de justiça numa situação de igualdade, isto porque nesta situação hipotética os indivíduos seriam colocados sob o efeito de um véu de ignorância onde partiriam do princípio que são sujeitos racionais sem qualquer traço distintivo e particular. Como os princípios da justiça devem resultar de um contrato social, isto é de um acordo entre todos, este contrato não pode ser feito com pessoas particulares em situação de defenderem a sua situação particular, porque aí não seria possível um acordo que garantisse direitos iguais pois os sujeitos não estariam numa situação de igualdade, pelo contrário teriam interesses antagónicos e poder e conhecimentos diferentes não garantido a justiça do contrato. A coberto do véu da ignorância como ninguém sabe, nem representa nenhum interesse particular, poderá escolher os princípios de justiça de forma imparcial e universal, pois os seus interesses serão os mesmos de um qualquer sujeito racional. A coberto do véu da ignorância os indivíduos que hipoteticamente não teriam qualquer estatuto social nem saberiam que estatuto poderiam ter, não têm interesses a defender e podem escolher com equidade e de forma imparcial que princípios devem regular a sociedade de modo a que ninguém seja prejudicado ou beneficiado, seja pelo nascimento ou pelo mérito. Os princípios da justiça os seguintes: liberdades básicas, igualdade na distribuição dos bens e das oportunidades e princípio da diferença.

2. O Contrato Social é um acordo a que todos chegam e que legitima e explica a passagem do Estado Natural para a Sociedade ou Estado Civil. O texto faz menção a uma característica do Contrato Social que é o facto deste ser revogável, isto é sendo um pacto feito com o acordo de todos, este contrato estabelece uma divisão entre súbdito e soberano ou entre governo e governados, no seio da igualdade dos indivíduos,  ambas as partes têm vantagens e obrigações. Se uma das partes: o soberano ou os súbditos não cumprirem com as obrigações que são estipuladas no contrato, este pode ser anulado pois como diz o texto “quando este soberano age contrariamente ao encargo que lhe confiaram, a ele perde o direito”. Segundo a interpretação de Locke o contrato social é revogável, se o soberano não cumprir e não obrigar a cumprir a Lei Natural que está obrigado, nos termos do contrato a defender. Para além de revogável, o contrato social é vinculativo, pois ambas as partes são obrigadas a obedecer aos termos do contrato e recíproco, ambos têm direitos e deveres. O modelo de Estado fundado neste tipo de contrato é o estado liberal, nele, nenhum dos dois lados assume um poder infinito ou absoluto e ambos estão vinculados a obrigações
3. Locke argumenta que há necessidade de constituir uma sociedade civil para garantir a segurança da propriedade privada e dos bens que estavam ameaçados no Estado Natural. O indivíduo no Estado Natural não tinha poder nem autoridade para julgar e punir quem ameaçasse a propriedade dos seus vizinhos.  Sem esta autoridade a propriedade e os bens de cada um estariam ameaçados por falta de recursos para todos. A sociedade civil por ter na sua génese um conjunto de deveres e direitos de todos para com todos e constituindo-se por delegação do poder de julgar e punir de todos para um só, ou alguns, o governo ou soberano, permite a segurança e a justiça. Todavia a sociedade civil não perde a sua liberdade em prol da segurança pois considera-se a liberdade acima da segurança, logo, contrariamente ao poder do Estado Soberano para Hobbes, que detém poder ilimitado, o Estado para Locke pode ser colocado em causa se não cumprir a Lei Natural a que é obrigado. Em relação ao "estado de naturezaem quas relações entre ohomens não estão reguladas pelo direito epor upoder político que garanta o cumprimentdaquele, a sociedade civil designa a organização jurídico-política darelações individuais.
No "estado civil" os homens são cidadãos, isto ésujeitos de direitoddeveres prescritos pela leiEm termos gerais, não há sociedade civil desligada dEstado (estrutura reguladora que controla as relações sociais) ou Estado sem sociedade civil (aquele nada regularia e não teribase). Para Hobbes a sociedade civil constitui-se como uma necessidade de segurança e delega no Soberano Estado todos os seus poderes não podendo discutir ou depor a sua autoridade mesmo se esta for abusiva.



4. R: Segundo a teoria da arte como expressão, tal como é dito no texto " a arte  consiste em transmitir sentimentos que o autor experimentou e depois através de certos instrumentos como as palavras, os sons ou linhas, provoca no público esses mesmos sentimentos. é obra de arte o objeto que expressa e comunica um sentimento vivido pelo artista e que é capaz de provocar no recetor /espectador o mesmo sentimento; as principais objeções à teoria presente no texto colocam-se em relação à incerteza sobre os sentimentos do artista e ainda à dúvida criada sobre as afirmações de alguns artistas que afirmam não sentir nada de especial na criação da obra executando sobretudo uma técnica específica para produzir determinado efeito.
As vantagens de considerar a Arte como imitação é o facto desta teoria nos fornecer um critério de demarcação claro entre o que é Arte e o que não é, considerando Arte apenas a representação que imite e dê testemunho de uma ação, pessoa ou paisagem que existe ou existiu . A arte é algo feito pelo homem e que imita algo, se não obedecer a estas condições, não é Arte. Esta definição tem também outra vantagem: fornece-nos um critério para distinguir a boa da má arte, de acordo com a fidelidade em relação ao modelo, boa arte seria aquela que representa o modelo tal qual é, e má a que não o faz..
Quanto às desvantagens resultam do seu carácter redutor, de facto consideramos obras de arte pinturas abstratas ou quadros monocromáticos que não representam nem ações, nem pessoas, nem paisagens. Por outro lado como poderemos imitar algo cuja existência é ficcionada como as figuras mitológicas?
Quanto à teoria da Arte como expressão considera que só é Arte o que exprime os sentimentos do artista e os transmite ao público. Esta teoria terá a vantagem, em relação à teoria precedente, de abarcar a arte que não é representativa como a pintura abstrata, a música, e ser abrangente na medida em que centrando-se nos sentimentos pode referir o testemunho de muitos artistas que trabalharam sobre emoções fortes sendo elas a causa ou motivo da sua atividade artística. Outra das vantagens é fornecer um critério de demarcação entre o que é Arte e o que não é Arte de acordo com o sentimento que suscita no público (não sendo considerado Arte o que não provoca sentimento algum).Também possibilita um critério de distinção entre a boa e a má arte consoante for autêntico e intenso o sentimento nela expresso. Por outro lado tem a desvantagem de contrariar o testemunho de alguns artistas que se referem à primazia da técnica sobre o sentimento e que exprimem sentimentos que dizem não ter possuído, dá-nos também a possibilidade de especular sobre a vida dos artistas sem saber quais as suas intenções, pois estes já morreram e não há registos fidedignos que nos possam esclarecer sobre o a história emocional/sentimental da sua obra.

Escolha múltipla:
Versão A
1-D;2-B;3-A;4-A;5-B;6-B;7-B;8-A;9-C;10-A
Versão B
1-B;2-D;3-B;4-A;5-A;6-B;7-B;8-B;9-A;10-C



quarta-feira, 27 de maio de 2015

Correção do teste de 20 de Maio de 2015

Grupo I
1. O problema colocado por J.Locke é o seguinte: se o homem no estado natural é livre e senhor da sua pessoa e dos seus bens porque se deve então sujeitar à autoridade de alguém, porque razão deve abdicar do seu poder? Esta pergunta tem um sentido forte uma vez que J.Locke admite que no estado natural todos estão submetidos à Lei natural, lei divina que cada homem transporta na sua consciência e que segundo essa lei cada um deve ter segundo o seu mérito e todos devem respeitar a propriedade e a liberdade, bem como o direito à vida que são direitos naturais de cada homem. A questão coloca-se porque devido à falta de recursos, muitos não teriam o suficiente e ao infringirem a lei, usurpando hipoteticamente a propriedade dos outros, não haveria uma autoridade imparcial que os pudesse julgar e punir pois todos teriam a mesma  autoridade e poderiam ser parciais no julgamento. Deste modo será necessário que os homens se organizem socialmente de modo a, através de um acordo entre todos cedam a um soberano ou a um conjunto de homens o seu poder de julgar e punir os que violem a lei. Assim estaria garantida a preservação da propriedade privada pois quem a ameaçasse não ficaria impune, sofreria as consequências. Esta lei assim aplicada pelo soberano garantiria a imparcialidade e possibilitaria a justiça e a segurança dos bens de cada um.

2. A teoria da justiça de J. Rawls pretende demonstrar quais os princípios que devem governar uma sociedade, na distribuição dos bens primários, consideram-se bens primários as liberdades, bens necessários como a saúde, a segurança, oportunidades e riqueza. estes princípios não podem ser escolhidos a partir de uma situação actual pois nessa situação não estão garantidas a igualdade e a autonomia necessárias para que possibilitar um acordo justo e uma aceitação destes princípios por parte de todos. Devem também estes princípios resultar de um contrato social pois só assim há garantia de vinculação ao seu cumprimento por parte de todos. Para garantir a igualdade e a autonomia de todos na escolha dos princípios é necessário colocar a situação hipotética do estado de natureza, nele todos seriam iguais, isto é sujeitos racionais a coberto de um “véu da ignorância”. A coberto do véu da ignorância os indivíduos que hipoteticamente não teriam qualquer estatuto social nem saberiam que estatuto poderiam ter, não têm interesses a defender e podem escolher com equidade e de forma imparcial que princípios devem regular a sociedade de modo a que ninguém seja prejudicado ou beneficiado, seja pelo nascimento ou pelo talento. Os princípios da justiça escolhidos nesta condição seriam os seguintes: liberdades básicas, igualdade na distribuição dos bens e das oportunidades e princípio da diferença. São escolhidos por cidadãos numa situação de estado natural a que se chamou "véu da ignorância" que visa garantir a imparcialidade desses princípios. Distribuição equitativa dos bens básicos: liberdades, riqueza e oportunidades. O princípio da diferença introduz uma visão alternativa à igualdade na distribuição das riquezas. A igualdade  por si, não dá valor aos que se destacam pela sua formação e empenho e, sendo assim, estes não teriam qualquer incentivo social para continuar empenhando-se mais e aplicando melhor os seus talentos naturais;  então, este princípio (o princípio da diferença) justifica as diferentes remunerações entre indivíduos desde que estas diferenças , seja através de impostos ou outros tipos de contribuições, permitam o benefício dos mais desfavorecidos e contribuam para a garantia do acesso dos mais desfavorecidos aos bens primários. 
Rawls designa por véu de ignorância as condições iniciais de equidade. É como se os sujeitos participantes, numa situação hipotética,  não fossem indivíduos com uma história e com interesses particulares, mas uma espécie de "sujeitos universais". Só assim se poderá ter a garantia de imparcialidade na distribuição de bens e regalias sociais. Supõe-se que os participantes são racionais e igualmente desinteressados, que gozam da mesma liberdade de expressão e que chegam a um acordo amplamente partilhado acerca dos princípios de justiça.

3. 3. Locke argumenta que há necessidade de constituir uma sociedade civil para garantir a segurança da propriedade privada e dos bens que estavam ameaçados no Estado Natural.O indivíduo no Estado Natural não tinha poder nem autoridade para julgar e punir quem ameaçasse a propriedade dos seus vizinhos.  Sem esta autoridade a propriedade e os bens de cada um estariam ameaçados por falta de recursos para todos. A sociedade civil por ter na sua génese um conjunto de deveres e direitos de todos para com todos e constituindo-se por delegação do poder de julgar e punir de todos para um só, ou alguns, o governo ou soberano, permite a segurança e a justiça. Todavia a sociedade civil não perde a sua liberdade em prol da segurança pois considera-se a liberdade acima da segurança, logo, contrariamente ao poder do Estado Soberano para Hobbes, que detém poder ilimitado, o Estado para Locke pode ser colocado em causa se não cumprir a Lei Natural a que é obrigado. O contrato social é pois revogável, isto é, pode ser anulado se o soberano não cumprir as suas obrigações. Para Hobbes a sociedade civil constitui-se como uma necessidade de segurança e delega no Soberano Estado todos os seus poderes não podendo discutir ou depor a sua autoridade mesmo se esta for abusiva. O contrato não é assim revogável senão por um estado de guerra ou por manifesta incapacidade do governante. Por outro lado o contrato social tal como é preconizado por Locke, é recíproco, ambas as partes têm obrigações e os súbditos não são destituídos de todos os poderes e liberdades mas apenas da liberdade e poder de julgar e punir, nesse aspecto a sua obrigação é acatar as decisões do soberano enquanto este deve cumprir essas funções de acordo com a Lei natural. Para Hobbes o poder do Estado reside unicamente no soberano que não tem obrigações éticas, apenas a de assegurar a paz, deste modo o contrato social não é recíproco visto o soberano não ter a obrigação de ser justo mas apenas de evitar a guerra que no estado natural colocava todas as vidas em perigo. Ambos são contratualistas o que significa que fundamentam a autoridade do estado num acordo vinculativo entre o soberano e os súbditos.

 4. R: Segundo a teoria expressa no texto, só é arte a obra que tiver uma forma significante, isto é, tem que ter uma forma capaz de proporcionar emoções estéticas no público, seja pela composição de som ou cor ou linhas, seja pelo contraste entre elas. Esta teoria, a última a ser estabelecida sobre o que é a arte, tem a vantagem de ser abrangente para todas as formas de arte, antigas e contemporâneas mas tem uma desvantagem, não se percebe bem o que é uma “emoção estética” sendo o que resulta de uma forma significante, e esta o que provoca emoção estética, havendo uma espécie de raciocínio circular na explicação da forma significante. Por outro lado, há obras de arte que podem não nos provocar uma emoção estética mas, mesmo assim, as considerarmos arte.
Há ainda outras duas teorias sobre a Arte: a arte como expressão e como imitação.  
As vantagens de considerar a Arte como imitação é o facto desta teoria nos fornecer um critério de demarcação claro entre o que é Arte e o que não é, considerando Arte apenas a representação que imite e dê testemunho de uma ação, pessoa ou paisagem que existe ou existiu . A arte é algo feito pelo homem e que imita algo, se não obedecer a estas condições, não é Arte. Esta definição tem também outra vantagem: fornece-nos um critério para distinguir a boa da má arte, de acordo com a fidelidade em relação ao modelo, boa arte seria aquela que representa o modelo tal qual é, e má a que não o faz.
Quanto às desvantagens resultam do seu carácter redutor, de facto consideramos obras de arte pinturas abstratas ou quadros monocromáticos que não representam nem ações, nem pessoas, nem paisagens. Por outro lado como poderemos imitar algo cuja existência é ficcionada como as figuras mitológicas?
Quanto à teoria da Arte como expressão considera que só é Arte o que exprime os sentimentos do artista e os transmite ao público. Esta teoria terá a vantagem, em relação à teoria precedente, de abarcar a arte que não é representativa como a pintura abstracta, a música, e ser abrangente na medida em que centrando-se nos sentimentos pode referir o testemunho de muitos artistas que trabalharam sobre emoções fortes sendo elas a causa ou motivo da sua actividade artística. Outra das vantagens é fornecer um critério de demarcação entre o que é Arte e o que não é Arte de acordo com o sentimento que suscita no público (não sendo considerado Arte o que não provoca sentimento algum).Também possibilita um critério de distinção entre a boa e a má arte consoante for autêntico e intenso o sentimento nela expresso. Por outro lado tem a desvantagem de contrariar o testemunho de alguns artistas que se referem à primazia da técnica sobre o sentimento e que exprimem sentimentos que dizem não ter possuído, dá-nos também a possibilidade de especular sobre a vida dos artistas sem saber quais as suas intenções, pois estes já morreram e não há registos fidedignos que nos possa esclarecer sobre o a história emocional/sentimental da sua obra.
Para concluir nenhuma teoria sobre a Arte é satisfatória pois a arte é algo demasiado vasto e as suas obras muito diversificadas para poderem todas ser englobadas num conceito, permanecendo em aberto a sua definição ou sendo verdadeiramente indefinível.
Grupo III. 
1.R: A moral é um código de deveres interiores, individuais e íntimos. A transgressão é punida com censuras interiores como o sentimento de culpa ou remorso. O Direito é um código de deveres sociais e a transgressão é punida com multas e prisões. O Direito é portanto coercivo. O código das leis que constituem o Direito é firmado por um conjunto de pessoas que têm o poder de o fazer, está escrito e é aplicável a todos quer se concorde ou não com ele, enquanto as normas morais estão implícitas e colocam-se à consciência individual, podendo esta segui-las se as considerar justas ou não, sendo a consciência moral a decidir sobre o seu cumprimento.
O Direito pode estar fundado na moral ou não. Pode haver leis consideradas imorais tais como a lapidação e normas morais não contempladas na lei, tal como não mentir. A justificação do Direito não tem que ser moral pode fundar-se na observação da experiência e nos casos em que ela mostra que a lei civil se encontra inadequada e portanto necessita de ser alterada.

sábado, 2 de maio de 2015

Trabalhos sobre Temas e problemas do Mundo Contemporâneo.



Professora: Helena Serrão

Disciplina: Filosofia

Objectivos:

  1. Análise lógica de três textos.
  2. Desenvolvimento do tema.
  3. Resposta a uma questão.
  4. Escolha de algumas obras de Arte para ilustrar/comentar. Podem ser de Música, Poesia, Pintura, Literatura, dança, Teatro, Escultura, Grafite, Street Art, Happening, Cinema, Fotografia., Performance.

Temas:
10G

1. A Experiência estética e o Belo. O que é a Estética? Como se caracteriza a experiência estética? O que é o gosto? Páginas 171 a 184 do manual. 

2. Três teorias sobre o que é a Arte. O que é a Arte? Porque chamamos a determinado objecto artístico? Há má e boa Arte? Páginas 184 a 199 do manual
3. A Arte da marginalidade ao mercado. Mercadoria e consumo. O criador e o espectador: Qual a função da Arte? Para que serve? Páginas 200 a 213 do manual.
4. A Religião na Sociedade e na Política. De que modo a religião pode conduzir à violência política? Texto de Zizec sobre o Terrorismo na Reprografia.
5. A Dimensão ecológica da vida Humana. O Homem e a natureza. Como pode o homem viver sem danificar de forma irreversível a natureza? Manual "Diálogos" páginas 161 a 181
6. "Os direitos dos animais" . Deverão os animais ter direitos?  Manual "Diálogos" páginas 109 a 132
7. Religião.As religiões e a existência de Deus. Há um só Deus ou vários?Páginas 236 a 254 do manual.

Avaliação:
  1. Forma de apresentação original e capaz de gerar o interesse dos colegas. (25%)
  2. Diapositivo criativo e e com informação clara e correcta. (25%)
  3. Exposição oral segura (25%)
  4. Tema bem desenvolvido. (25%)


Datas da entrega dos diapositivos por correio electrónico: 25 Maio 10B e G


Calendário das Exposições:

Tema 1 e 2 – 25 de Maio  
Tema 3  - 27 ou 28 Maio
Tema  4 e 5 – 1 de Junho
Tema  6 e 7 – 3 ou 4 de Junho 

terça-feira, 28 de abril de 2015

domingo, 5 de abril de 2015

terça-feira, 31 de março de 2015

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Conclusão da Correcção do teste de 9 Fevereiro 2015

I - 3. Os subjectivistas defendem que há sempre um sujeito que confere valor, daí que o valor das coisas, acções ou pessoas dependa das preferências, circunstâncias e gostos de alguém particular: O sujeito.
Tem a seu favor o facto de não haver acordo de opiniões acerca do que é correcto fazer-se em cada situação particular, ou na apreciação de qualquer obra. Argumento da diversidade de opiniões. Enfrenta a objecção de, quanto aos valores morais, poder justificar moralmente certas acções indesejáveis e de que, de facto há valores que são transversais aos sujeitos particulares e são comuns a todos.
Quanto às teorias OBJECTIVISTAS, ao contrário das teorias subjectivistas, as teorias objectivistas postulam que quando atribuímos valor a uma obra, acção ou pessoa, esse valor faz parte da natureza da obra, acção ou pessoa, o avaliador não lhe dá o valor, apenas reconhece o seu valor, isto é, reconhece as suas qualidades. As qualidades são objectivas e dependem do objecto e não do sujeito avaliador. Argumentos a favor: A concordância em relação  a certos  princípios morais, como a carta universal dos direitos humanos, ou a proibição do incesto. Outro argumento: a qualidade ideal dos valores, tal como existe a ideia de triângulo ideal, comum a todos também existe a ideia de justiça, as acções concretas são julgadas a partir desse ideal com o qual se assemelham.as consequências indesejáveis que pode ter defender o subjectivismo moral e o relativismo moral, porque nos pode tornar cúmplices de crimes e discriminações que causam sofrimento a muitas pessoas.

Grupo III
1. Critérios valorativos são padrões de referência que possibilitam a hierarquização dos valores estabelecendo assim optar, escolher a defesa de certas acções com o sacrifício de outras. Permite-nos fazer um juízo e justificar com razões esse juízo. Exemplo: Salvaguardar o ambiente garantindo a sobrevivência da natureza selvagem ou permitir uma melhoria das condições energéticas constrindo uma barragem?

1.  O relativista moral defende que os valores morais e a sua aplicação dependem das culturas, assim não há juízos morais neutros ou imparciais, nenhuma cultura é superior a outra de modo a poder julgar pois cada juízo revela a forma de pensar de uma cultura específica. Face a este caso, uma vez que ele é tradição na cultura japonesa e não na cultura ocidental, fará sentido inserido no quadro dos valores japoneses, pois cada cultura encontra o seu código de valores de modo a sobreviver e a poder enfrentar as necessidades que se colocam em cada situação. Poder-se-ia, por exemplo, se fossemos relativistas morais, defender esta prática como forma dos Samurais demonstrarem a sua coragem e superioridade de modo a serem temidos para que o seu poder não fosse afrontado, essa seria uma forma de manter o poder do imperador e a ordem social. Todavia um relativista cultural poderia julgar incorrecta esta prática baseado no argumento de que julgar certas práticas  como incorrectas não significa julgar as culturas, esse juízo é até necessário para não sermos cúmplices de certos actos violentos contra a dignidade humana.


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Trabalho sobre a obra: “ÉTICA PARA UM JOVEM” de Fernando Savater

" ÉTICA PARA UM JOVEM" Fernando Savater

Capítulo 1. De que trata a ética

Capítulo 2. Ordens, costumes e caprichos

Capítulo 3. Faz o que quiseres

Capítulo 4. Tem uma vida boa

Capítulo 5. Acorda, Baby!

Capítulo 6. O grilo de pinóquio entra em cena

Capítulo 7. Põe-te no seu lugar

Capítulo 8. Gostar e Gostar

Capítulo 9. Eleições gerais
Introdução e Epílogo


O TRABALHO TEM 4 PARTES:

1. Analisar e resumir o texto ( DOIS CAPÍTULOS) nas suas linhas fundamentais.

2. Fazer o levantamento dos problemas colocados e tentar dar-lhes uma resposta.

3. Elaborar uma pequena apresentação de todos os filósofos/nomes referidos. (biografia sumária, ideias principais.)

4. Comentar as citações do final. Ajuízar. Discorrer.

Apresentação escrita e oral
Trabalho escrito: 10 páginas -  Oral com diapositivos e comunicação sem leitura

DATA DE ENTREGA DO TRABALHO POR ESCRITO: 26 de Janeiro.

Apresentações orais: 
Capítulo 1 e 2 - 26 de Janeiro / Cap. 3 e 4 - 26 Janeiro
Cap. 5 e 6 - 28 ou 29 Janeiro  Cap. 7 e 8 - 28 ou 29 Janeiro.
Cap 9, Introdução e Epílogo  2 de Fev.



Grupos de 4 ou 5 alunos . Cada grupo fará a leitura e apresentação de dois capítulos.

AVALIAÇÃO:

Escrita:

Compreensão do texto (sem cópia) 40
Investigação 20
Problematização 20
Estrutura (Introdução, Desenvolvimento, Conclusão e Bibliografia) 10
Correcção da apresentação 10

Oral:
Segurança e fluência do discurso (sem leitura) 30


Dinâmica de grupo 10


Domínio dos conteúdos 40


Originalidade da apresentação 20