quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Os valores. Exercício.


1ª AULA DE APOIO 10ºAno. OS VALORES. FICHA 1


O que são os valores? Dizemos que os valores não existem por si mesmos: necessitam de um depositário sobre o qual descansam. Aparecem-nos, portanto como meras qualidades desses depositários: beleza de um quadro, elegância de um vestido, utilidade de uma ferramenta. Se observarmos o vestido, o quadro ou a ferramenta, veremos que a qualidade valorativa é distinta das outras qualidades.
Como responde o texto à questão colocada?________________________________________________________
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Nos objectos mencionados há algumas qualidades que parecem essenciais para a própria existência dos objectos, por exemplo, a extensão. Mas o valor não confere nem agrega ser, pois a pedra existia plenamente antes de ser talhada, antes de se transformar num bem.

Enquanto as qualidades primárias não se podem eliminar dos objectos, bastam uns golpes de martelo para terminar com a utilidade de um instrumento ou a beleza de uma estátua. Antes de incorporar-se no respectivo portador ou depositário, os valores são meras "possibilidades", isto é, não têm existência real mas virtual.
Ver-se-á melhor a diferença se se comparar a beleza, que é um valor, com a ideia de beleza, que é um objecto ideal. Captamos a beleza primordialmente por via emocional, enquanto a ideia de beleza aprende-se por via intelectual.
Qual a diferença entre qualidades primárias e qualidades potenciais de um objecto ou acção ou pessoa?______________________________________________________________________________________
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Com o fim de distinguir os valores dos objectos ideais, afirma-se que estes são, enquanto os valores não são mas valem.
Uma característica fundamental dos valores é a polaridade. Enquanto as coisas são o que são, os valores apresentam-se desdobrados num valor positivo e o correspondente valor negativo. Assim, a beleza opõe-se à fealdade, o mal ao bem. A polaridade implica a ruptura com a indiferença. Não há obra de arte que seja neutra, nem pessoa que se mantenha indiferente a escutar uma sinfonia, ler um poema ou ver um quadro.
O que significa dizer que os valores têm polaridade?__________________________________________________
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Aliás os valores estão ordenados hierarquicamente, isto é, há valores inferiores e superiores. É mais fácil afirmar a existência de uma ordem hierárquica do que indicar qual é essa ordem e quais são os critérios para a estabelecer.
Muitos são os axiólogos que têm enunciado uma tábua de valores, pretendendo que essa seja a "TÁBUA", mas a crítica mostra rapidamente os erros de tais tábuas e dos critérios usados na sua elaboração.
Além da polaridade que outra característica é evidenciada no texto?_____________________________________
___________________________Em que consiste?___________________________________________________
O homem individualmente, bem como as comunidades e os grupos culturais concretos, manejam sempre uma tábua de valores. É certo que tais tábuas não são fixas, mas flutuantes, e nem sempre coerentes; porém é indubitável que o nosso comportamento frente ao próximo, aos seus actos, às suas criações estéticas (...) é julgá-los e preferi-los de acordo com uma tábua de valores. Submeter essas tábuas de valores, que obscuramente influem na nossa conduta e nas nossas preferências, a um exame crítico, é a tarefa a que o homem moderno não pode renunciar.
Frondizi, Qué son los valores?
FINAL: DIGA ENTÃO O QUE SÃO OS VALORES._______________________________________________________
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Acrescente a cada substantivo/nome um outro adjectivo que corresponda a um possível valor que lhe confere. Estabelecendo juízos de valor. 1. A Praia é_____________; A televisão é______________; O facebook é____________; A religião cristã _____________; A Política______________; A Escola____________________

sábado, 4 de janeiro de 2014

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Correção do teste de Maio 2013



GRUPO I
1. São os princípios da justiça os seguintes: liberdades básicas, igualdade na distribuição dos bens e das oportunidades e princípio da diferença. São escolhidos por cidadãos numa situação de estado natural a que se chamou "véu da ignorância" que visa garantir a imparcialidade desses princípios. Distribuição equitativa dos bens básicos: liberdades, riqueza e oportunidades. O princípio da diferença introduz uma visão alternativa à igualdade na distribuição das riquezas. A igualdade  por si, não dá valor aos que se destacam pela sua formação e empenho e, sendo assim, estes não teriam qualquer incentivo social para continuar empenhando-se mais e aplicando melhor os seus talentos naturais;  então este princípio (o princípio da diferença) justifica as diferentes remunerações entre indivíduos desde que estas diferenças , seja através de impostos ou outros tipos de contribuições, permitam o benefício dos mais desfavorecidos e contribuam para a garantia do acesso dos mais desfavorecidos aos bens primários.
Rawls designa por véu de ignorância as condições iniciais de equidade. É como se os sujeitos participantes, numa situação hipotética,  não fossem indivíduos com uma história e com interesses particulares, mas uma espécie de "sujeitos universais". Só assim se poderá ter a garantia de imparcialidade na distribuição de bens e regalias sociais. Supõe-se que os participantes são racionais e igualmente desinteressados, que gozam da mesma liberdade de expressão e que chegam a um acordo amplamente partilhado acerca dos princípios de justiça.
2. A moral é um código de deveres interiores, individuais e íntimos. A transgressão é punida com censuras interiores como o sentimento de culpa ou remorso. O Direito é um código de deveres sociais e a transgressão é punida com multas e prisões. O Direito é portanto coercivo. O código das leis que constituem o Direito é firmado por um conjunto de pessoas que têm o poder de o fazer, está escrito e é aplicável a todos quer se concorde ou não com ele, enquanto as normas morais estão implícitas e colocam-se à consciência individual, podendo esta segui-las se as considerar justas ou não, sendo a consciência moral a decidir sobre o seu cumprimento.
O Direito pode estar fundado na moral ou não. Pode haver leis consideradas imorais tais como a lapidação e normas morais não contempladas na lei, tal como não mentir. A justificação do Direito não tem que ser moral pode fundar-se na observação da experiência e nos casos em que ela mostra que a lei civil se encontra inadequada e portanto necessita de ser alterada.
3. Existem teorias contratualistas como a que defende John Locke e teorias naturalistas como a de Aristóteles, ambas defendem a necessidade de um Estado com Autoridade sobre todos os cidadãos mas têm, contudo, justificações diferentes. Enquanto para Locke existe um estado natural em que os homens gozam, cada um, de todos os poderes e de todas as liberdades mas com o direito da propriedade privada, sentem-se incapazes de a defenderem e por isso têm a necessidade de um Estado que a defenda e estabelecem então um contrato social. Ameaçado pela falta de recursos o homem no estado natural poderia pôr em risco a propriedade de cada um e não haveria forma de punir os infractores. Para assegurar o direito de propriedade o homem abdica dos seus direitos naturais através de um contrato em que confere a um estado social o direito de executar as leis naturais, estando o cidadão vinculado a esse contrato e obrigado a obedecer-lhe, cedendo a sua liberdade em troca da segurança da sua vida e da propriedade.; para Aristóteles o estado natural do homem é um estado civil, na polis, sujeito a leis que possibilitem o bem comum, essas leis e essa organização são intrínsecas à natureza humana, sem elas o homem não o seria mas sim um animal.
O Estado é uma instituição organizada que tem um governo, um povo e um território. É constituída por uma hierarquia de poderes que se vigiam mutuamente e obedece a um conjunto de leis que é comum a governantes e cidadãos em geral. Tem o poder executivo de aplicar as leis, poder legislativo de as fazer e judicial de punir quem desobedeça. Tem como função cobrar impostos, assegurar o direito à segurança, ao trabalho, saúde e educação de todos os cidadãos, a defesa do território e das fronteiras.
Grupo II
1- C
2- D
3- A
4- D
5- C
6- A
7- B
Grupo III
1- Um Argumento a favor do relativismo cultural é o facto de salientar a tolerância face a diferentes manifestações culturais; um argumento contra é aquele que aponta para o relativismo moral como consequência o que nos permite justificar e aceitar práticas violentas e violadoras dos direitos universais do homem.
2. Revogável, Vinculativo e Recíproco: Revogável porque pode ser anulado se as partes não cumprirem, ou uma das partes não o fizer; Vinculativo significa que todos estão sujeitos à sua obediência de acordo com as regras estipuladas e Recíproco porque determina regras para os súbditos e para o soberano.
Grupo IV
A resposta integra os seguintes aspetos, ou outros considerados relevantes e adequados.
Segundo os princípios da moral deontológica de Kant, a acção correcta é aquela que traduz uma boa vontade, isto é, uma vontade afastada do interesse pessoal, uma vontade desinteressada, essa boa vontade não podia moldar-se pelas consequências materiais da acção mas apenas pelo cumprimento da lei. A lei moral ordena-nos que a máxima da nossa acção possa ser universalizável, ora mentir mesmo que seja para um bom fim, não pode ser universalizável.
Lei moral é absoluta, obedece aos princípios do imperativo categórico, seja qual for a circunstância, não visa o exterior mas a obediência à lei enquanto ela é expressa "a priori" independente da experiência.
A resposta integra os seguintes aspetos, ou outros considerados relevantes e adequados.
– Comparação das perspetivas de Kant e de Stuart Mill relativamente ao critério de avaliação das ações morais:
Para Kant, as ações são más ou boas em si mesmas, independentemente das suas consequências. O que torna má ou boa uma ação é a intenção com que é praticada.
Para Stuart Mill não há ações boas ou más em si mesmas, e a intenção com que são praticadas é irrelevante. As consequências são o único critério relevante para apreciar o valor moral das ações. Daí que toda a avaliação moral seja "a posteriori"
– Comparação de Kant e de Stuart Mill relativamente ao princípio supremo da moralidade
Para Kant o imperativo categórico é o princípio supremo da moralidade. Este determina que devemos agir somente de acordo com máximas universalizáveis
Para Stuart Mill a moralidade deve fundamentar-se no princípio de utilidade que afirma que são boas as ações que tendem a promover de forma estritamente imparcial a felicidade do maior número possível de indivíduos.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Matriz do teste de Maio de 2013 - Turmas 10D e 10H


Competências: PROBLEMATIZAÇÃO • Identificar problemas filosóficos; • Formular problemas filosóficos; • Relacionar problemas filosóficos: entre si e com outros problemas; • Justificar a relevância de um problema filosófico.
CONCETUALIZAÇÃO • Identificar conceitos filosóficos; • Clarificar o significado dos conceitos recorrendo, por exemplo, à sua definição, classificação, explicitação, contextualização; • Relacionar conceitos, por exemplo, por oposição, por interdependência, por hierarquização; • Aplicar conceitos, por exemplo, na formulação de problemas, na análise, na reconstituição, na produção de teses e de argumentos.
ARGUMENTAÇÃO • Identificar teses e teorias que sejam respostas a problemas filosóficos; • Reconhecer o alcance e os limites de teses e teorias; • Formular teses e argumentos que constituam ou se integrem em teorias filosóficas; • Comparar teses relativas a um mesmo problema filosófico; • Defender teses apresentando razões, argumentos ou exemplos; • Criticar teses apresentando argumentos, objeções ou contraexemplos; • Identificar formas argumentativas. ANÁLISE, INTERPRETAÇÃO E CRÍTICA • Analisar textos filosóficos; • Avaliar criticamente teorias filosóficas; • Redigir composições filosóficas.
Conteúdos: UNIDADE 2 . Os valores – análise e compreensão da experiência valorativa (30 Pontos) a) A concepção objectivista e subjectivista dos valores. b) Valores e cultura. O relativismo cultural: argumentos pró e contra. c) A dimensão universal dos valores éticos: imparcialidade, reciprocidade, responsabilidade
UNIDADE 3. Dimensões da ação humana e dos valores: A dimensão Ética(Cotação:70 Pontos)
a) A dimensão ética e moral - consigo mesmo, com os outros e com as instituições. b) A necessidade de fundamentação da moral: 3. 1. A ética deontológica de Kant - Autonomia da vontade, imperativo categórico, princípios da moral, acções conforme ao dever e por dever, ( a distinção entre moralidade e legalidade), a importância das intenções. 3.2. A ética utilitarista de Suart Mill: Princípio da maior felicidade, a importância das consequências, a distinção dos prazeres, a moral atenta às condições de vida. 3.3 Análise comparativa das teorias éticas. 3.4. Objecções.
3.5. A dimensão Política (Cotação: 100 Pontos) a) Norma moral e norma jurídica. b) Relação entre a Ética e o Direito c) Definição de Política e de Estado. d) A origem e a legitimidade do poder do Estado: As teorias naturalista de Aristóteles e Contratualista de Locke. As noções de Polis, Contrato Social, Lei Natural, Sociedade Civil; e) Uma teoria da Justiça de J. Rawls; Os princípios da Sociedade Justa e o Véu da Ignorância.
Estrutura: 7 perguntas de escolha múltipla - 35 Pontos; 3 perguntas para resposta desenvolvida -90 Pontos; Tema/Problema para argumentar e problematizar em 25 linhas - 40 Pontos; 3 perguntas de resposta curta: 35 Pontos.


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Matriz da 4ª Prova de avaliação Fevereiro/Março de 2013


 
 
Estrutura: I -3x30 Pontos – Resposta média, a exigir fundamentação.

II - 6x5 – Escolha múltipla. III –2x20 – Resposta curta de análise e comentário

IV – 40 Pontos – resposta longa – Ensaio

Competências:

a.Analisar logicamente os textos. b. Saber utilizar os argumentos a favor e contra determinada teoria. c. Saber definir um conceito. d. Aplicar os princípios morais aprendidos a situações concretas. e. Compreender um dilema moral. f. Compreender os aspectos essenciais da Filosofia Ética/Moral de Kant. g: Expressar-se numa linguagem correcta.

Conteúdos

1. Os valores: Definir os Valores. Determinar as características gerais dos valores. Saber em que consiste a questão dos critérios valorativos. Quais os tipos de valor que usamos.   Em que consistem os valores éticos: RESPEITO; IMPARCIALIDADE ;RESPONSABILIDADE ;VIRTUDE ;FELICIDADE ;PRAZER; DEVER
 Distinguir entre valores extrínsecos e intrínsecos. Distinguir juízos de facto e juízos de valor.
Caracterizar as teorias objectivista e subjectivista dos valores. Exemplificar.
Relacionar valores e cultura - o relativismo cultural – argumentos a favor e contra.
 "Ética para um jovem" Enunciar as teses principais da obra de Savater "Ética para um jovem"
 Esclarecer o significado e a utilidade da ÉTICA. (O Egoísmo psicológico e ético. Só para o 10D)

 

2. A moral deontológica de Kant;  Inclinações e interesses; O fundamento da moral; As condições da acção moral. O imperativo categórico. Acções por dever, conforme ao dever e contra o dever. A boa vontade e a intenção.

BOM ESTUDO! DELICIOSAS IDEIAS!!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Trabalho para férias turma do 10H: Ler as páginas do manual da 95 à 100 e responder às questões da página 101. Verificação da aprendizagem. Entregar o trabalho por escrito no primeiro dia de aulas.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Da acção aos valores

Síntese das principais teses e argumentos da obra: "Ética para um jovem"

Sistematização de algumas das teses, argumentos e problemas referidos na obra de Fernando Savater " Ética para um Jovem"
Problemas: Qual a utilidade da ética?
O que significa ter uma "Boa vida"?
O que significa dizer: "Faz o que quiseres"?

Tese 1 A Ética investiga os princípios da “vida boa” e pode dar orientações práticas para ter uma “vida boa”

Argumento 1 : RECIPROCIDADE COMO PRINCÍPIO porque apesar de sermos pessoas diferentes há certos princípios que surgem como universais, como o princípio da reciprocidade e o valor do respeito. Todos queremos ser respeitados, assim se o queremos para nós poderemos entender que os outros também queiram o mesmo. Segundo o princípio da reciprocidade, se tratar os outros com respeito é muito provável que obtenha dos outros respeito, assim reciprocamente se tratar os outros como coisas é provável que deles não obtenha respeito, por duas razões porque as coisas não podem retribuir valores e, segundo, mesmo que o possam retribuir não o entendemos como tal.
Tese 2 A finalidade da ética é mostrar-nos o quanto os outros são importantes para a construção da” vida boa”
Argumento 2: porque o homem não pode alcançar uma vida boa isolado, só com os outros o pode fazer, porque os homens não são como os pêssegos que estão feitos por natureza, o homem só em sociedade pode alcançar o seu fim e aperfeiçoar-se, isto é, tornar-se verdadeiramente homem.
Tese 3. IMPARCIALIDADE: O nosso juízo ético deve ser imparcial, julgar do mesmo modo o amigo ou o inimigo, o eu e os outros
Argumento 3: Porque não há razão para pensarmos que se é mau para mim seja bom para o outro. Não há razões para pensar que uma pessoa é superior a outra, há igualdade entre os homens do ponto de vista ético. Embora haja costumes diferentes, há princípios que são comuns, embora possamos pensar que não, ou não saber, ou não querer saber. O juízo ético não pode depender de sentimentos embora estes sejam importantes para nos sensibilizar para o outro, não podem ser decisivos no juízo que fazemos sobre as suas acções ou sobre o seu valor.
Tese 4. . LIBERDADE: Agir eticamente significa agir segundo a nossa vontade: AUTONOMIA DA VONTADE -  “FAZER O QUE SE QUER” e não de acordo com ordens, costumes ou caprichos.
Argumento 4. Embora não possamos escolher o que nos acontece podemos escolher o melhor modo de responder ao que nos acontece. Mesmo quando pensamos que nos limitamos a obedecer a ordens não deixamos de ser livres porque a liberdade é a condição de possibilidade da ética, sem liberdade não há seres éticos. Age-se eticamente quando se tem consciência moral e se assume a liberdade, a autonomia da nossa vontade, esta é a condição necessária para sermos os autores da acção, não podemos inventar desculpas, somos responsáveis por tudo o que fazemos.
Tese 5. Não devemos desprezar o prazer. A moral tradicional tende a condenar o prazer mas o prazer não é mau por si, pelo contrário, procurar o prazer é comum, encontrá-lo é bom se for dentro de certa medida.
Argumento 5. porque não há vida boa sem alguns prazeres satisfeitos. A possibilidade de ser escravo do prazer vai contra o princípio ético da autonomia da nossa vontade, da liberdade de escolher o que queremos. A temperança é então o justo meio que cada um terá de encontrar entre o excesso de prazer e a fuga a ele para não se tornar escravo do prazer.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

domingo, 7 de outubro de 2012

Sócrates

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