segunda-feira, 6 de maio de 2013

Matriz do teste de Maio de 2013 - Turmas 10D e 10H


Competências: PROBLEMATIZAÇÃO • Identificar problemas filosóficos; • Formular problemas filosóficos; • Relacionar problemas filosóficos: entre si e com outros problemas; • Justificar a relevância de um problema filosófico.
CONCETUALIZAÇÃO • Identificar conceitos filosóficos; • Clarificar o significado dos conceitos recorrendo, por exemplo, à sua definição, classificação, explicitação, contextualização; • Relacionar conceitos, por exemplo, por oposição, por interdependência, por hierarquização; • Aplicar conceitos, por exemplo, na formulação de problemas, na análise, na reconstituição, na produção de teses e de argumentos.
ARGUMENTAÇÃO • Identificar teses e teorias que sejam respostas a problemas filosóficos; • Reconhecer o alcance e os limites de teses e teorias; • Formular teses e argumentos que constituam ou se integrem em teorias filosóficas; • Comparar teses relativas a um mesmo problema filosófico; • Defender teses apresentando razões, argumentos ou exemplos; • Criticar teses apresentando argumentos, objeções ou contraexemplos; • Identificar formas argumentativas. ANÁLISE, INTERPRETAÇÃO E CRÍTICA • Analisar textos filosóficos; • Avaliar criticamente teorias filosóficas; • Redigir composições filosóficas.
Conteúdos: UNIDADE 2 . Os valores – análise e compreensão da experiência valorativa (30 Pontos) a) A concepção objectivista e subjectivista dos valores. b) Valores e cultura. O relativismo cultural: argumentos pró e contra. c) A dimensão universal dos valores éticos: imparcialidade, reciprocidade, responsabilidade
UNIDADE 3. Dimensões da ação humana e dos valores: A dimensão Ética(Cotação:70 Pontos)
a) A dimensão ética e moral - consigo mesmo, com os outros e com as instituições. b) A necessidade de fundamentação da moral: 3. 1. A ética deontológica de Kant - Autonomia da vontade, imperativo categórico, princípios da moral, acções conforme ao dever e por dever, ( a distinção entre moralidade e legalidade), a importância das intenções. 3.2. A ética utilitarista de Suart Mill: Princípio da maior felicidade, a importância das consequências, a distinção dos prazeres, a moral atenta às condições de vida. 3.3 Análise comparativa das teorias éticas. 3.4. Objecções.
3.5. A dimensão Política (Cotação: 100 Pontos) a) Norma moral e norma jurídica. b) Relação entre a Ética e o Direito c) Definição de Política e de Estado. d) A origem e a legitimidade do poder do Estado: As teorias naturalista de Aristóteles e Contratualista de Locke. As noções de Polis, Contrato Social, Lei Natural, Sociedade Civil; e) Uma teoria da Justiça de J. Rawls; Os princípios da Sociedade Justa e o Véu da Ignorância.
Estrutura: 7 perguntas de escolha múltipla - 35 Pontos; 3 perguntas para resposta desenvolvida -90 Pontos; Tema/Problema para argumentar e problematizar em 25 linhas - 40 Pontos; 3 perguntas de resposta curta: 35 Pontos.


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Matriz da 4ª Prova de avaliação Fevereiro/Março de 2013


 
 
Estrutura: I -3x30 Pontos – Resposta média, a exigir fundamentação.

II - 6x5 – Escolha múltipla. III –2x20 – Resposta curta de análise e comentário

IV – 40 Pontos – resposta longa – Ensaio

Competências:

a.Analisar logicamente os textos. b. Saber utilizar os argumentos a favor e contra determinada teoria. c. Saber definir um conceito. d. Aplicar os princípios morais aprendidos a situações concretas. e. Compreender um dilema moral. f. Compreender os aspectos essenciais da Filosofia Ética/Moral de Kant. g: Expressar-se numa linguagem correcta.

Conteúdos

1. Os valores: Definir os Valores. Determinar as características gerais dos valores. Saber em que consiste a questão dos critérios valorativos. Quais os tipos de valor que usamos.   Em que consistem os valores éticos: RESPEITO; IMPARCIALIDADE ;RESPONSABILIDADE ;VIRTUDE ;FELICIDADE ;PRAZER; DEVER
 Distinguir entre valores extrínsecos e intrínsecos. Distinguir juízos de facto e juízos de valor.
Caracterizar as teorias objectivista e subjectivista dos valores. Exemplificar.
Relacionar valores e cultura - o relativismo cultural – argumentos a favor e contra.
 "Ética para um jovem" Enunciar as teses principais da obra de Savater "Ética para um jovem"
 Esclarecer o significado e a utilidade da ÉTICA. (O Egoísmo psicológico e ético. Só para o 10D)

 

2. A moral deontológica de Kant;  Inclinações e interesses; O fundamento da moral; As condições da acção moral. O imperativo categórico. Acções por dever, conforme ao dever e contra o dever. A boa vontade e a intenção.

BOM ESTUDO! DELICIOSAS IDEIAS!!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Trabalho para férias turma do 10H: Ler as páginas do manual da 95 à 100 e responder às questões da página 101. Verificação da aprendizagem. Entregar o trabalho por escrito no primeiro dia de aulas.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Da acção aos valores

Síntese das principais teses e argumentos da obra: "Ética para um jovem"

Sistematização de algumas das teses, argumentos e problemas referidos na obra de Fernando Savater " Ética para um Jovem"
Problemas: Qual a utilidade da ética?
O que significa ter uma "Boa vida"?
O que significa dizer: "Faz o que quiseres"?

Tese 1 A Ética investiga os princípios da “vida boa” e pode dar orientações práticas para ter uma “vida boa”

Argumento 1 : RECIPROCIDADE COMO PRINCÍPIO porque apesar de sermos pessoas diferentes há certos princípios que surgem como universais, como o princípio da reciprocidade e o valor do respeito. Todos queremos ser respeitados, assim se o queremos para nós poderemos entender que os outros também queiram o mesmo. Segundo o princípio da reciprocidade, se tratar os outros com respeito é muito provável que obtenha dos outros respeito, assim reciprocamente se tratar os outros como coisas é provável que deles não obtenha respeito, por duas razões porque as coisas não podem retribuir valores e, segundo, mesmo que o possam retribuir não o entendemos como tal.
Tese 2 A finalidade da ética é mostrar-nos o quanto os outros são importantes para a construção da” vida boa”
Argumento 2: porque o homem não pode alcançar uma vida boa isolado, só com os outros o pode fazer, porque os homens não são como os pêssegos que estão feitos por natureza, o homem só em sociedade pode alcançar o seu fim e aperfeiçoar-se, isto é, tornar-se verdadeiramente homem.
Tese 3. IMPARCIALIDADE: O nosso juízo ético deve ser imparcial, julgar do mesmo modo o amigo ou o inimigo, o eu e os outros
Argumento 3: Porque não há razão para pensarmos que se é mau para mim seja bom para o outro. Não há razões para pensar que uma pessoa é superior a outra, há igualdade entre os homens do ponto de vista ético. Embora haja costumes diferentes, há princípios que são comuns, embora possamos pensar que não, ou não saber, ou não querer saber. O juízo ético não pode depender de sentimentos embora estes sejam importantes para nos sensibilizar para o outro, não podem ser decisivos no juízo que fazemos sobre as suas acções ou sobre o seu valor.
Tese 4. . LIBERDADE: Agir eticamente significa agir segundo a nossa vontade: AUTONOMIA DA VONTADE -  “FAZER O QUE SE QUER” e não de acordo com ordens, costumes ou caprichos.
Argumento 4. Embora não possamos escolher o que nos acontece podemos escolher o melhor modo de responder ao que nos acontece. Mesmo quando pensamos que nos limitamos a obedecer a ordens não deixamos de ser livres porque a liberdade é a condição de possibilidade da ética, sem liberdade não há seres éticos. Age-se eticamente quando se tem consciência moral e se assume a liberdade, a autonomia da nossa vontade, esta é a condição necessária para sermos os autores da acção, não podemos inventar desculpas, somos responsáveis por tudo o que fazemos.
Tese 5. Não devemos desprezar o prazer. A moral tradicional tende a condenar o prazer mas o prazer não é mau por si, pelo contrário, procurar o prazer é comum, encontrá-lo é bom se for dentro de certa medida.
Argumento 5. porque não há vida boa sem alguns prazeres satisfeitos. A possibilidade de ser escravo do prazer vai contra o princípio ético da autonomia da nossa vontade, da liberdade de escolher o que queremos. A temperança é então o justo meio que cada um terá de encontrar entre o excesso de prazer e a fuga a ele para não se tornar escravo do prazer.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

domingo, 7 de outubro de 2012

Sócrates

Escolha as legendas em cc

Platão: A beleza

Apologia de Sócrates

terça-feira, 2 de outubro de 2012