segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Síntese das principais teses e argumentos da obra: "Ética para um jovem"
Sistematização de algumas das teses, argumentos e problemas referidos na obra de Fernando Savater " Ética para um Jovem"
Problemas: Qual a utilidade da ética?
O que significa ter uma "Boa vida"?
O que significa dizer: "Faz o que quiseres"?
Tese 1 A Ética investiga os princípios da “vida boa” e pode dar orientações práticas para ter uma “vida boa”
O que significa ter uma "Boa vida"?
O que significa dizer: "Faz o que quiseres"?
Tese 1 A Ética investiga os princípios da “vida boa” e pode dar orientações práticas para ter uma “vida boa”
Argumento 1 : RECIPROCIDADE COMO PRINCÍPIO porque apesar de sermos pessoas diferentes há certos princípios que surgem como universais, como o princípio da reciprocidade e o valor do respeito. Todos queremos ser respeitados, assim se o queremos para nós poderemos entender que os outros também queiram o mesmo. Segundo o princípio da reciprocidade, se tratar os outros com respeito é muito provável que obtenha dos outros respeito, assim reciprocamente se tratar os outros como coisas é provável que deles não obtenha respeito, por duas razões porque as coisas não podem retribuir valores e, segundo, mesmo que o possam retribuir não o entendemos como tal.
Tese 2 A finalidade da ética é mostrar-nos o quanto os outros são importantes para a construção da” vida boa”
Argumento 2: porque o homem não pode alcançar uma vida boa isolado, só com os outros o pode fazer, porque os homens não são como os pêssegos que estão feitos por natureza, o homem só em sociedade pode alcançar o seu fim e aperfeiçoar-se, isto é, tornar-se verdadeiramente homem.
Tese 3. IMPARCIALIDADE: O nosso juízo ético deve ser imparcial, julgar do mesmo modo o amigo ou o inimigo, o eu e os outros
Argumento 3: Porque não há razão para pensarmos que se é mau para mim seja bom para o outro. Não há razões para pensar que uma pessoa é superior a outra, há igualdade entre os homens do ponto de vista ético. Embora haja costumes diferentes, há princípios que são comuns, embora possamos pensar que não, ou não saber, ou não querer saber. O juízo ético não pode depender de sentimentos embora estes sejam importantes para nos sensibilizar para o outro, não podem ser decisivos no juízo que fazemos sobre as suas acções ou sobre o seu valor.
Tese 4. . LIBERDADE: Agir eticamente significa agir segundo a nossa vontade: AUTONOMIA DA VONTADE - “FAZER O QUE SE QUER” e não de acordo com ordens, costumes ou caprichos.
Argumento 4. Embora não possamos escolher o que nos acontece podemos escolher o melhor modo de responder ao que nos acontece. Mesmo quando pensamos que nos limitamos a obedecer a ordens não deixamos de ser livres porque a liberdade é a condição de possibilidade da ética, sem liberdade não há seres éticos. Age-se eticamente quando se tem consciência moral e se assume a liberdade, a autonomia da nossa vontade, esta é a condição necessária para sermos os autores da acção, não podemos inventar desculpas, somos responsáveis por tudo o que fazemos.
Tese 5. Não devemos desprezar o prazer. A moral tradicional tende a condenar o prazer mas o prazer não é mau por si, pelo contrário, procurar o prazer é comum, encontrá-lo é bom se for dentro de certa medida.
Argumento 5. porque não há vida boa sem alguns prazeres satisfeitos. A possibilidade de ser escravo do prazer vai contra o princípio ético da autonomia da nossa vontade, da liberdade de escolher o que queremos. A temperança é então o justo meio que cada um terá de encontrar entre o excesso de prazer e a fuga a ele para não se tornar escravo do prazer.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Matriz para a prova de avaliação de dia 12, 13 ou 19 de Março
CONTEÚDOS
I. A dimensão ético-política da acção.
1. Intenção ética e norma moral.
1.a. O dilema moral
1.b. A dimensão ética da acção
1.c. Intenção e Norma
1.d. Moral e ética
1.e. A dimensão do eu, dos outros e das instituições.
1.f. as funções da consciência moral
1.g. Os princípios da reciprocidade, da autonomia e da imparcialidade da acção moral
1.h. A moral Epicurista: uma moral do prazer
2. A fundamentação da moral: a teoria deontológica de Kant.
2.a. Acções por dever, conforme ao dever e contra o dever.
1.b. O imperativo categórico e o Imperativo Hipotético.
1.c. A fundamentação racional: o dever como lei absoluta e incondicional
1.d. A boa vontade como subordinada à razão.
1.e. A finalidade do homem: a moral, a dignidade
1.f. O critério da acção moral.
1g. A intenção como critério da acção moral. Razões.
1.h. Objecções à Ética kantiana.
2. A ética Utilitarista
2.a. Os princípios da Ética Utilitarista
2.b. A diferenciação de prazeres.
2.c. Utilitarismo e deontologia
COMPETÊNCIAS
- Saber analisar logicamente um texto.
- Saber comentar uma frase
- Definir os conceitos
- Redigir com clareza
-Dominar teses e argumentos.
I. A dimensão ético-política da acção.
1. Intenção ética e norma moral.
1.a. O dilema moral
1.b. A dimensão ética da acção
1.c. Intenção e Norma
1.d. Moral e ética
1.e. A dimensão do eu, dos outros e das instituições.
1.f. as funções da consciência moral
1.g. Os princípios da reciprocidade, da autonomia e da imparcialidade da acção moral
1.h. A moral Epicurista: uma moral do prazer
2. A fundamentação da moral: a teoria deontológica de Kant.
2.a. Acções por dever, conforme ao dever e contra o dever.
1.b. O imperativo categórico e o Imperativo Hipotético.
1.c. A fundamentação racional: o dever como lei absoluta e incondicional
1.d. A boa vontade como subordinada à razão.
1.e. A finalidade do homem: a moral, a dignidade
1.f. O critério da acção moral.
1g. A intenção como critério da acção moral. Razões.
1.h. Objecções à Ética kantiana.
2. A ética Utilitarista
2.a. Os princípios da Ética Utilitarista
2.b. A diferenciação de prazeres.
2.c. Utilitarismo e deontologia
COMPETÊNCIAS
- Saber analisar logicamente um texto.
- Saber comentar uma frase
- Definir os conceitos
- Redigir com clareza
-Dominar teses e argumentos.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Conclusão da correção do teste 10C
Um dilema moral é
Um problema com duas soluções e ambas violam princípios morais.
Porque um dilema coloca em termos alternativos duas soluções que não seriam escolhidas livremente pelo sujeito, qualquer uma delas implica o abandono de uma das outras que não é correcto abandonar.
Qual das seguintes teses defende a subjectividade dos valores:
Os juízos de valor dependem do gosto e dos interesses do sujeito
A subjectividade dos valores acenta no pressuposto de que não há valores universais porque estes dependem da situação e da formação do sujeito.
Imparcialidade do juìzo significa:
Julgar casos semelhantes do mesmo modo
Implica a neutralidade do sujeito nos juízos, não se deixando influenciar pelas suas inclinações ou estados de espírito.
Culturas diferentes têm códigos morais diferentes então...
Não há juízos morais universais.
porque não podemos julgar os valores de culturas diferentes logo temos de considerar que os valores dependem das culturas.
A Ética e a Moral...
Tratam da forma como devemos agir e considerar as acções humanas.
São ambas reflexões sobre o carácter e as acções, tratam de um modo geral da fundamentação e do conteúdo das normas morais.
III
1.O relativista defende que os valores morais e a sua aplicação dependem das culturas, assim não há juízos morais neutros ou imparciais, nenhuma cultura é superior a outra de modo a poder julgar pois cada juízo revela a forma de pensar de uma cultura específica. Face a este caso, uma vez que ele é tradição na cultura japonesa e não na cultura ocidental, fará sentido inserido no quadro dos valores japoneses, pois cada cultura encontra o seu código de valores de modo a sobreviver e a poder enfrentar as necessidades que se colocam em cada situação. Poder-se-ia, por exemplo, se fossemos relativistas, defender esta prática como forma dos Samurais demonstrarem a sua coragem e superioridade de modo a serem temidos para que o seu poder não fosse afrontado, essa seria uma forma de manter o poder do imperador e a ordem social.
2.Objecções:
Julgar certas práticas culturais como incorrectas não significa julgar as culturas incorrectas, tal como pensam os relativistas, esse juízo é até necessário para não sermos cúmplices de certos actos violentos contra a dignidade humana.
O relativismo cultural pode ter como consequência o relativismo moral, e a moral não depende apenas das culturas mas podemos defender que há juízos morais universais.
Um problema com duas soluções e ambas violam princípios morais.
Porque um dilema coloca em termos alternativos duas soluções que não seriam escolhidas livremente pelo sujeito, qualquer uma delas implica o abandono de uma das outras que não é correcto abandonar.
Qual das seguintes teses defende a subjectividade dos valores:
Os juízos de valor dependem do gosto e dos interesses do sujeito
A subjectividade dos valores acenta no pressuposto de que não há valores universais porque estes dependem da situação e da formação do sujeito.
Imparcialidade do juìzo significa:
Julgar casos semelhantes do mesmo modo
Implica a neutralidade do sujeito nos juízos, não se deixando influenciar pelas suas inclinações ou estados de espírito.
Culturas diferentes têm códigos morais diferentes então...
Não há juízos morais universais.
porque não podemos julgar os valores de culturas diferentes logo temos de considerar que os valores dependem das culturas.
A Ética e a Moral...
Tratam da forma como devemos agir e considerar as acções humanas.
São ambas reflexões sobre o carácter e as acções, tratam de um modo geral da fundamentação e do conteúdo das normas morais.
III
1.O relativista defende que os valores morais e a sua aplicação dependem das culturas, assim não há juízos morais neutros ou imparciais, nenhuma cultura é superior a outra de modo a poder julgar pois cada juízo revela a forma de pensar de uma cultura específica. Face a este caso, uma vez que ele é tradição na cultura japonesa e não na cultura ocidental, fará sentido inserido no quadro dos valores japoneses, pois cada cultura encontra o seu código de valores de modo a sobreviver e a poder enfrentar as necessidades que se colocam em cada situação. Poder-se-ia, por exemplo, se fossemos relativistas, defender esta prática como forma dos Samurais demonstrarem a sua coragem e superioridade de modo a serem temidos para que o seu poder não fosse afrontado, essa seria uma forma de manter o poder do imperador e a ordem social.
2.Objecções:
Julgar certas práticas culturais como incorrectas não significa julgar as culturas incorrectas, tal como pensam os relativistas, esse juízo é até necessário para não sermos cúmplices de certos actos violentos contra a dignidade humana.
O relativismo cultural pode ter como consequência o relativismo moral, e a moral não depende apenas das culturas mas podemos defender que há juízos morais universais.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Correção do teste.
TESTE 10G
I
4- A dimensão ética da acção é o domínio da acção voluntária e intencional ,orientada por princípios e visando a dignificação e o aperfeiçoamento dos seres humanos na sua relação consigo próprios, com os outros e com as instituições. Traduz-se, na prática, no cumprimento de um conjunto de deveres indicados pela consciência moral que orientam para condutas correctas de acordo com a razão e os valores morais.
Caracteriza-se pela imparcialidade, autonomia e liberdade da consciência moral que permite aos indivíduos elevarem-se acima da sua condição animal e imporem fins próprios da sua condição humana enquanto seres racionais que encontram a sua realização no cumprimento e concretização desses princípios auto-impostos.
II
Teste A
a.V
b. F
c. F
d. F
e. V
TesteB
a. F
b. V
c. V
d. F
e. F
I
4- A dimensão ética da acção é o domínio da acção voluntária e intencional ,orientada por princípios e visando a dignificação e o aperfeiçoamento dos seres humanos na sua relação consigo próprios, com os outros e com as instituições. Traduz-se, na prática, no cumprimento de um conjunto de deveres indicados pela consciência moral que orientam para condutas correctas de acordo com a razão e os valores morais.
Caracteriza-se pela imparcialidade, autonomia e liberdade da consciência moral que permite aos indivíduos elevarem-se acima da sua condição animal e imporem fins próprios da sua condição humana enquanto seres racionais que encontram a sua realização no cumprimento e concretização desses princípios auto-impostos.
II
Teste A
a.V
b. F
c. F
d. F
e. V
TesteB
a. F
b. V
c. V
d. F
e. F
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